NEW WORLD SYMPHONY MIAMI

Mês passada fui assistir a um concerto de música  e fiquei pensando no quanto Miami Beach e as cidades vizinhas estão se melhorando.

E logo vem o pensamento de como lamento que no meu Brasil as coisas estejam indo para o lado contrário. 

Aqui, cada dólar aplicado se vê o resultado e muitos milhões de dólares depois a cidade está cada vez mais bonita.

Tenho muito prazer em presenciar esta evolução.

Um dos lugares mais incríveis é o World New Simphony, casa da Orquestra Sinfônica de Miami, que ainda está estalando de nova.

A construção deste novo teatro ficou lindíssima e oferece a população belíssimos espetáculos, não só para os que estão dentro da sala, quanto para os espectadores que estão no parque. Sim, no teatro, do lado de fora, tem um grande telão que serve tanto para mostrar o que acontece dentro, quanto para exibição de filmes ao ar livre. É muito bacana.

SoundScape Park

O projeto deste parque foi desenhado por uma empresa holandesa e procurou capturar o espírito e a vitalidade da cidade. E um espaço flexível, multi-uso adjacente ao New World Center. O parque serve como um oásis urbano e como um lugar para eventos culturais.

O parque pertence a cidade de Miami Beach e semanalmente, entre outubro e março,  são exibidos filmes  que atraem entre 300 e 400 pessoas.

Espetacular desenho do parque defronte ao New World Symphony

Neste concerto assistimos obras de Beethoven e Barbar. tendo como maestros Robert Spano, um jovem e o experiente Dean Whiteside com uma orquestra composta por jovens talentos.

Yefim Bronfman acompanhou ao piano e deu um show.

Não havia lido o programa e sabia que seria tocado Beethoven. Fiquei pensando com os meus botões como seria a evolução da música clássica já que sempre ouvimos compositores de séculos passados.

Assim, para mim, a obra de Samuel Barber foi uma surpresa, por ser um contemporâneo. Nasceu em 1910 e faleceu em 1981. Adorei a Symphony n. 1 po 9 composta entre 1935 e 1936. 

Se me perguntarem como é minha avaliação, respondo  que quando eu arrepio é porque me tocou. E eu arrepiei.

A segunda parte do concerto foi Beethoven (1777-1827) e seu Concerto n. 3 em C menor para piano e orquestra, opus 37 composta entre 1800 e 1803 e foi magistralmente apresentada por Yefim Bronfman ao piano.

Após o concerto, foi servido um coquetal com o objetivo de arrecadar fundos para trazer jovens concertistas brasileiros para aprender e ter a experiência numa grande orquestra. O evento teve o apoio do Consulado Geral do Brasil de Miami e foi liderado por Miguel Pedrotti, um brasileiro que está envolvido com as artes aqui no sul da Flórida.

Esta linda noite me foi proporcionada pela amiga Valéria Trauer a quem agradeço. Um privilégio poder ouvir boa música num lugar lindo.

Um abraço

Silvana

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